A família como célula mater da sociedade.

Gênesis 2:24
 “Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne”.

Champlin, escrevendo sobre a origem da família disse: “Os primeiros capítulos do livro de Gênesis mostram que a família foi a primeira das instituições divinas. Os evolucionistas e antropólogos têm dúvidas a esse respeito, supondo que a família humana emergiu da ascensão evolutiva do homem, provavelmente por razões econômicas ou de proteção mútua. A extrema dependência da prole humana, em seus tenros anos, ensina-nos, pelo menos, que, desde o princípio, deve haver mães que cuidem de seus filhos, o que já constitui uma unidade básica da família. De outro modo, a raça humana não poderia sobreviver”.

Todo o fundamento de nossos comentários está na Palavra de Deus. Ocasionalmente citamos outras fontes desde que não confrontem o que está estabelecido como padrão por Deus. Já, desde o começo do livro de Gênesis, os ensinos falam sobre a família como uma instituição divina para o desenvolvimento físico e espiritual da raça humana. Não encontramos no Antigo Testamento uma palavra específica para indicar a ideia de ‘família’, geralmente é empregado o termo ‘casa’ quando se faz alguma alusão à família. A família (cuja estrutura esteja coadunada com a Palavra de Deus) é a unidade básica da sociedade humana e de qualquer nação.

A ‘grande jogada’ de Satanás neste último século tem como alvo a família. Sutilmente ele tem influenciado muitas pessoas (inclusive crentes) a se conformarem com novos conceitos ou redefinições de muitos princípios e, dessa forma, conviverem “harmoniosamente” com o pecado. Se não estivermos vigiando todo o tempo, perderemos a nossa identidade espiritual. Já não nos sentimos mais como filhos de um grande Pai, membros de uma família de amor. Temos perdido a visão do Plano de Deus para nossas vidas. Agimos como se fossemos autônomos diante de Deus. Perdemos a alegria da salvação e de ver a obra de Deus sendo realizada entre nós (nossa família).

Os filhos perderam o referencial dos pais em relação à vida espiritual. Já não se sentem mais motivados a buscarem a Deus. Ora, se a vida espiritual não é tão importante para os pais, por que os filhos vão se empenhar em busca-la? Consequentemente a tendência é abandonar a fé ou trocar constantemente de igreja.

A ausência de Deus na família cria espaço para a presença ativa do Diabo. Os princípios divinos são substituídos pelas práticas mundanas. As consequências são inevitáveis: filhos rebeldes, drogas, sexo livre, infidelidade, consumismo desenfreado, etc.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Enciclopédia de Champlin, vol. 2
– Bíblia de Estudo Pentecostal.
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
– A Vida Espiritual da Família, (AD)

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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