Devocional lição 07/ 2º trim 2017, Quarta-feira – Jesus veio para morrer por todos os homens que nEle creem.

João 3:16
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna

Ao depararmos com a cruz de Cristo, vemos nela um paradoxo. Ela foi usada como instrumento de morte, ou seja, ao pendurarem Jesus na cruz, imaginaram que estariam dando fim a uma história, entretanto, quando olhamos fixamente para ela e entendemos o seu real significado, vemos que Aquele que esteve nela, nos dá a oportunidade de obtermos vida eterna. Desta forma, a maneira como olhamos para essa cruz define o nosso destino. 

Todas as coisas que Deus tem feito ao homem desde a criação, Ele faz movido por um sentimento: “AMOR”. E este amor se move pelos interesses do homem, sem pensar nos próprios interesses. É um amor que deseja arriscar tudo por alguma vantagem para o homem, que não considera nenhum preço muito alto se o homem puder receber algum benefício. O ato de amor de Deus não é limitado pelo tempo e simultaneamente é único e completo. É o amor absoluto!
Em retribuição, Ele espera apenas que confiemos NEle.

Rute, pela lei, estava terminantemente excluída de qualquer tipo de benção. Pela lei, nem mesmo casando com um israelita, ela seria aceita na congregação, o seu marido seria excluído. Pela lei, ela estava predestinada a um fim trágico. O que os legalistas não esperavam é que o AMOR INSONDÁVEL de DEUS alcançasse Rute. E esse ato de Deus não tinha como objetivo provar que Deus é misericordioso, pois Ele não precisa provar nada a ninguém sobre seus atributos, esse ato de Deus demonstra sua INEFÁVEL GRAÇA e sua ONICIÊNCIA. A dimensão do amor de Deus é enfatizada pelo fato de que o objeto do seu amor é o mundo (inteiro).

Em nossa capacidade de julgamento, muitas vezes, excluímos pessoas que consideramos “más” da graça de Deus. Afinal, como imaginar que, por exemplo, Hitler é merecedor da graça de Deus? No entanto, até ele estava incluso no alvo do amor de Deus. E aqui temos outro problema. Nós poderíamos, do alto do nosso senso de justiça, estabelecer regras para impedir que, as pessoas consideradas não merecedoras da graça de Deus, de fato se sentissem excluídas desta graça. Mas se Deus fizesse isso a graça de Deus deixaria de ser “graça”. E a verdade é que se Deus fosse aplicar a devida justiça, ninguém escaparia! As alternativas, quanto ao destino de cada ser humano, estão definidas. Elas são a vida e a morte! A Graça de Deus tornou possível que o homem faça a escolha, em resposta a fé.

Embora a parte final do versículo envolva juízo divino, o propósito direto dessa vinda, que repousa sobre o amor divino, não foi a condenação do mundo, mas a salvação do homem. Apesar disso, o julgamento é inevitável, e é o próprio homem que o causa, quando se recusa a aceitar a Jesus como mediador e a expiação de Deus.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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