A Bíblia Sagrada condena a exploração contra os trabalhadores.

Tiago 5: 4-6
Eis que o salário dos trabalhadores que ceifaram as vossas terras e que por vós foi diminuído clama; e os clamores dos que ceifaram entraram nos ouvidos do Senhor dos Exércitos. Deliciosamente, vivestes sobre a terra, e vos deleitastes, e cevastes o vosso coração, como num dia de matança. Condenastes e matastes o justo; ele não vos resistiu.”

O que o Senhor está dizendo, no texto deste dia, é que todos os que alcançaram proeminente posição financeira na sociedade, não conquistaram isso por méritos próprios, mas foi o próprio Senhor quem os abençoou e, que agora, tais pessoas estava usurpando o direito do próximo. Mas, o Senhor os adverte com veemência dizendo que Ele não está desatento para esse tipo de comportamento do homem.

É um ledo engano imaginarmos que nosso Deus tem como objetivo exclusivo a salvação do homem. Não! Deus não criou todas as coisas e as abandonou a própria sorte. Ele é o mantenedor de toda a vida. As Leis estabelecidas por Deus, que são os fundamentos dos direitos humanos, têm como essência a preservação da vida, mas o desejo do Senhor não é, apenas, que o homem se mantenha vivo, mas que esteja sobrevivendo com dignidade. O que Ele queria que o homem percebesse por si mesmo, é que deveria agir com o próximo assim como Deus agiu com ele – com benevolência.

A desigualdade socioeconômica não é um problema do século 21 e, muito menos teve seu inicio no século passado, ela existe desde o início de tudo. A Bíblia nos fala claramente que desde o início haviam patrões e trabalhadores e que, já naquele tempo, havia a exploração do trabalhador. Diante disto, Deus estabelece leis para proteger o que trabalhava para sustento seu e da sua família. E, tais leis foram ratificadas na nova Aliança.

Hoje, me envergonho de alguns empresários que se dizem crentes. Essas pessoas tem um comportamento mais cruel que o próprio ímpio no que diz respeito ao relacionamento patrão e empregado. Exploram seus empregados descaradamente, violando os direitos trabalhistas; omitindo informações que possam beneficiar o trabalhador no futuro; negando os direitos estabelecidos por leis; entravando o desenvolvimento profissional do empregado; absorvendo toda a energia do trabalhador, sem conceder, a este, a mínima condição de reposição; e, por fim, ameaçando o empregado com demissão quando a lei impõe algum benefício. Essas pessoas se esquecem que nosso Deus está atento a tudo isso. Deus se importa com o bem-estar de cada um dos Seus. Ele trabalha a favor dos que temem seu Santo Nome e que estão sofrendo algum tipo de injustiça. DEUS ESTÁ ATENTO!

O amor ao próximo como princípio básico da nossa ética, tem que, indiscutivelmente, conduzir nosso comportamento e relacionamento com os que, de alguma forma nos prestam algum tipo de serviço, seja num emprego formal ou informal. Não se pode explorar ninguém, ainda mais, quando se trata de um irmão e, o Senhor adverte de maneira veemente que não admite e, muito menos, permitirá esse tipo de comportamento dos que O servem.

Nosso Deus deseja que procedamos à altura com que fomos criados – à sua imagem e semelhança. Ora, se Nosso Deus é a justiça, o mínimo que espera de nós é que pratiquemos a sua justiça.

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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