A lei mosaica condena a morte de uma criança no ventre da mãe.

Êxodo 21: 22-23
Se alguns homens pelejarem, e ferirem uma mulher grávida, e forem causa de que aborte, porém se não houver morte, certamente aquele que feriu será multado conforme o que lhe impuser o marido da mulher e pagará diante dos juízes. Mas, se houver morte, então, darás vida por vida

Estamos totalmente conscientes de que o projeto original de Deus para o homem é a multiplicação da raça, ou seja, uma família com muito filhos. A Bíblia fala sobre o casamento monogâmico de Adão, instituído por Deus, onde aquele teve, além de Caim, Abel e Sete, os nomes mencionados na Bíblia, filhos e filhas. Porém, com o decorrer do tempo, com o avanço da história, com as mudanças no comportamento humano tanto no aspecto social quanto pessoal, os conceitos foram sendo substituídos a cada geração, surgindo, assim, novas prioridades e “necessidades”, com isso o homem substituiu o projeto original de Deus em suas intenções e desejos ambiciosos.

Não obstante ao que Deus quer para o homem – uma família extensa -, não encontramos na Palavra de Deus nenhuma objeção ou proibição do controle de natalidade, por parte do nosso Deus. Sendo assim, o controle de natalidade tornou-se um problema para a humanidade não pelo fato de afrontar à vontade Deus, mas, pelo fato de como está sendo praticado, ou seja, nem todo meio usado para controlar a natalidade é louvável. Desta forma, muitas mulheres, induzidas ou espontaneamente, tem lançado mão de meios impróprios para evitar uma gravidez. Métodos em que os efeitos não são para evitar uma fecundação, mas para interromper a que já está em processo e, a isso, não podemos dar outro nome: É ABORTO!

O grande problema que nos aflige, é querer consertar um erro com outro ainda maior. E, quando uma mulher, deliberadamente ou em consenso com o companheiro, decidem por interromper uma gravidez, estão infringindo o mandamento de Deus, sim, pois o mandamento não deixa brecha para justificativas. A palavra de Deus não pode, em hipótese alguma, ser relativizada, ela é a única verdade absoluta. E, diante de um sistema que deseja relativizar todas as coisas, o crente não pode ser influenciado pelo que é “politicamente correto”.

O aborto já é discutido desde a antiguidade, e já, naquele tempo, era considerado crime hediondo, e as opiniões nunca serão unânimes e nunca apontarão para uma mesma direção, sempre haverá divergência, e isso não só no mundo, mas também dentro das igrejas. Crentes querem relativizar suas atitudes e comportamentos, na ânsia de justificarem-se diante de Deus. Dizem, com conhecimento de causa, que foram enganados pela ciência. Para o crente a ultima palavra sempre será a Deus. A ciência pode afirmar com seus argumentos técnicos que a vida não começa com a fecundação do óvulo, mas se a Bíblia diz que é, nós devemos nos apoiar na Palavra de Deus. O que prevalece não é nossa opinião como crentes, mas a maneira como Deus determina que seja.

Os teus olhos viram o meu corpo ainda informe, e no teu livro todas estas coisas foram escritas, as quais iam sendo dia a dia formadas, quando nem ainda uma delas havia

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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Erivelton

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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