Estar em alerta e vigiar, pois o Diabo está à espreita.

I Pedro 5: 8-9
Sede sóbrios, vigiai, porque o diabo, vosso adversário, anda em derredor, bramando como leão, buscando a quem possa tragar; ao qual resisti firmes na fé, sabendo que as mesmas aflições se cumprem entre os vossos irmãos no mundo.”

Sobriedade é a qualidade do indivíduo que tem uma vida equilibrada. Uma vida sóbria não pode ser definida só pela abstenção de bebidas alcoólicas; uma vida sóbria implica em ter equilíbrio em todas as esferas do ser humano: equilíbrio mental, equilíbrio emocional, equilíbrio sentimental e, acima de tudo, equilíbrio espiritual. A sobriedade espiritual se destaca quando o crente é moderado, temperado e contido nas ações e reações. A sobriedade espiritual nos impede de agir em um dos extremos da religiosidade – radicalismo e legalismo.

Diante de determinadas situações que vejo dentro de certas igrejas e das atitudes de alguns irmãos, eu me sinto o crente mais incrédulo da face da terra, não que eu seja o mais fiel, mas eu luto, incansavelmente, para estar no meio daqueles que se esforçam sobremaneira em agradar a Aquele que nos alistou. Não que eu duvide de que Deus pelas mãos, boca e obras de alguns fiéis, opere grande sinais, mas há pessoas, cuja vida de testemunho não está coadunada com os preceitos divinos, que insistem em demonstrar que são mais capazes que o próprio Senhor Jesus Cristo, isso em relação ao diabo. O que estou tentando dizer é que existem pessoas dentro das igrejas que acham que o diabo tem medo de gritos, caras feias e sapateados. Se o diabo fosse tão inofensivo como alguns pensam, o Senhor Deus não perderia seu tempo nos alertando severa e insistentemente na Sua Palavra acerca da sua sagacidade.

Então, a primeira condição para enfrentar o diabo é estar sóbrio. Alcançando esse estado de sobriedade, o próximo passo é vigiar. Neste caso, cabe bem o dito popular – “um olho no padre e outro na missa”, pois, não podemos nos sentirmos seguros só vigiando o inimigo, temos que vigiá-lo sem dúvida, mas devemos estar atentos a nossa condição também, pois, não basta conhecer o poder destruidor do inimigo, temos que conhecer o nosso potencial de defesa também.

Não é pelo conhecimento teológico que possuímos e nem pela sabedoria humana que iremos derrotar o diabo, ele só pode ser derrotado quando nos colocamos na total dependência e obediência a Deus. A nossa resistência ao diabo se caracteriza quando mantemos uma confiança inabalável no auxilio divino e uma fidelidade constante ao Senhor Jesus.

Enquanto estivermos neste mundo, estaremos sujeitos aos ataques do diabo. Mediante isso, devemos estar constantemente sóbrios e vigilantes.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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