Deus não aprova a solidão.

Gênesis 2: 18
E disse o Senhor Deus: Não é bom que o homem esteja só; far-lhe-ei uma ajudadora idônea para ele

No sentido generalizado, o termo “homem” se aplica a qualquer pessoa da espécie humana e, não somente aos machos da espécie. O “homem” é tema constante da filosofia e abordado, em cada um de seus aspectos particulares, pela biologia, antropologia, história, medicina e outras disciplinas que o têm por objeto. A tarefa de definir “homem”, consiste em procurar respostas para algumas perguntas essenciais: qual a natureza ou a essência do homem? Como se distingue ele dos outros seres orgânicos? Essa distinção é essencial e absoluta, ou apenas uma variação de grau? Qual o lugar do homem no mundo? Qual sua missão ou seu destino? Como se relaciona com Deus?

Nesta semana abordaremos o assunto que trata da nossa mordomia com a família. Volto a repetir – essa mordomia é extensiva a todos os seres humanos, não é uma responsabilidade exclusiva do crente. O crente sim, este tem que exercer a mordomia conforme a vontade expressa de Deus segundo a Sua inerrante Palavra.

Para entendermos a razão de administrarmos nossa família em conformidade com a vontade da Palavra de Deus, devemos entender nossa origem e, em razão desta origem, como se formou a família. O ser humano, assim como todas as espécies animais e vegetais, possui uma classificação taxonômica biológica (também conhecida como classificação científica). Esta classificação é interessante e importante, pois mostra as principais características biológicas dos seres humanos e as semelhanças que possuímos com relação a outras espécies animais.

A classificação taxonômica dos seres humanos, é que segue: Reino: Animal (Animalia); Filo: Chordata (Cordados); Subfilo: Vertebrata (Vertebrados); Classe: Mammalia (Mamíferos); Ordem: Primates (Primatas); Família: Hominidae (Hominídios); Gênero: Homo; Espécie: H. Sapiens. Como bem se percebe o GÊNERO nesta classificação, nos distingue de outras espécies (extintas segundo a ciência) do mesmo gênero e, quando se fala em GÊNERO das palavras, este termo nos remete aos conhecimentos dos quais dispomos acerca dos fatos linguísticos, que, por sua vez, representa as flexões que se atribuem às classes de palavras, tais como os substantivos, os adjetivos, entre outros, quanto à classificação em feminino ou masculino.

Enfim, estamos inseridos em um reino que, segundo a ciência, está dividido em classes, ordens, famílias, gêneros e espécies distintas uma das outras. Ainda que se tenha alguma similaridade em algum ponto da taxonomia biológica, esta se subdivide formando, assim, outra espécie. Embora o homem seja um dos animais que compõe a ordem dos primatas, ele é o único (segundo a ciência) que é do gênero “homo” e da espécie “homo sapiens”. E, é claro que essa classificação quem estabeleceu foi Deus, a ciência apenas a nomeou.

Para a perpetuação das espécies, Deus determinou que cada ser criado deveria se multiplicar para que a terra pudesse ser povoada. Cada espécie se reproduziria entre si. Ainda que a ciência cruzes os cromossomos de várias espécies, com o intuito de criar uma nova espécie, isso só pode ser alcançado quando se cruza os cromossomos do macho com os da fêmea. Dois cromossomos oriundos de indivíduos do mesmo sexo, jamais formarão um novo ser. ISSO É IMPOSSÍVEL.

Tudo isso, é apenas para dizer que a base de uma família, dentro do padrão cristão, é a união entre um homem e uma mulher. Essa é a única forma que Deus estabeleceu para que a espécie “homo sapiens” possa se reproduzir, multiplicar e encher a terra. Duas pessoas do mesmo sexo jamais poderão cumprir com o que Deus estabeleceu.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– www.todabiologia.com

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