Devemos cumprir os votos que fazemos a Deus.

Salmos 50: 14
Oferece a Deus sacrifício de louvor, e paga ao Altíssimo os teus votos”.

Somos advertidos solenemente pela Bíblia a termos extremo cuidado com as palavras que proferimos, não somente as que proferimos verbalmente, mas, também, as que não chegaram à língua, mas, brotaram no coração. Estamos cientes de que o Senhor nos pedirá conta de tudo aquilo que realizamos, falamos, pensamos e sentimos sejam atitudes boas ou más – “Porque por tuas palavras serás justificado, e por tuas palavras serás condenado”. E, isso não se aplica exclusivamente no nosso relacionamento com o próximo, se aplica também na nossa relação com Deus.

Qual teria sido o desenrolar da história se Ana resolvesse voltar atrás na sua palavra?

Há uma passagem bíblica que se aplica com excelência nessa questão de se fazer um voto e quebrá-lo. Trata-se de quando Salomão estava assumindo o trono da dinastia davídica. Davi lhe deu algumas instruções e o alertou acerca de algumas situações que estavam pendentes e que precisariam ser resolvidas imediatamente para que seu reinado se confirmasse. Um dos problemas era Simei, ele tinha amaldiçoado Davi quando este fugia de Absalão e com a morte de Absalão, Davi retorna e é recebido por Simei a quem Davi perdoa a ofensa, mas, agora o rei era outro, e sempre que um rei assumia, era costume que todos os inimigos fossem mortos.

Então, Salomão e Simei tiveram um encontro e firmaram um acordo. Acordo, esse, que se fosse quebrado por parte de Simei, resultaria em sua morte. Simei, prontamente aceitou o acordo, talvez, tenha imaginado que Salomão agiria como Davi, perdoando caso ele falhasse. Três anos transcorreram e, Simei, quebrou o acordo. Salomão não teve a mesma complacência que Davi, seu pai, e relembrando a Simei a conversa que tiveram, ordenou sua morte.

Com Deus não se brinca!

Sempre ouço um pastor, amigo meu, contar uma experiência que viveu numa igreja onde liderou. Ele conta que uma jovem queria arrumar um namorado, mas, que não servia os jovens da igreja, ela queria um que fosse como tinha idealizado – um gato. Então a jovem orou, … orou, … e foi atendida no que desejava seu coração e o Senhor deu-lhe um jovem bonito e carinhoso. Pouco tempo após o casamento a jovem estava desesperada, pois o, então, marido não passava as noites junto a ela em casa – ele saía todas as noites e só voltava pela manhã. Ao expor seu problema para o pastor, ele simplesmente disse a ela o seguinte: você não queria um gato? Ora as atividades dos gatos são noturnas.

Se votou algo ao Senhor, CUMPRA!

Orarás a ele, e ele te ouvirá, e pagarás os teus votos

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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