Andar na rebeldia é perder os privilégios divinos.

I Coríntios 10: 5
Mas Deus não se agradou da maior parte deles, por isso foram prostrados no deserto”.

O povo de Deus, apontando para os dias de hoje, se comporta em determinadas situações em que fica evidente o quanto é fácil ludibria-lo. A pacificidade dos crentes, em certas ocasiões, mais denota uma alienação da realidade e verdade, das quais estão sendo ensinados e instados constantemente. Por isso, até o próprio Senhor declarou que há momentos em que o ímpio age (ou reage) com mais prudência que o crente. A razão disto é que qualquer pessoa que entra na igreja recebe imediatamente a alcunha de irmão ou irmã, antes de qualquer “investigação” sobre a vida da pessoa. O problema é que supomos que qualquer pessoa que entra nas igrejas, veio por causa de Jesus Cristo.

Embora não encontremos na Bíblia a palavra “escolhido”, “chamado” ou “eleito” em relação a Saul ter sido apontado por Deus como o homem que iria reinar sobre Israel, nós temos no texto bíblico – “Amanhã a estas horas te enviarei um homem da terra de Benjamim, o qual ungirás por capitão sobre o meu povo de Israel, e ele livrará o meu povo da mão dos filisteus; porque tenho olhado para o meu povo; porque o seu clamor chegou a mim. E quando Samuel viu a Saul, o Senhor lhe respondeu: Eis aqui o homem de quem eu te falei. Este dominará sobre o meu povo”, a clara evidência de que quem “escolheu” Saul foi o próprio Senhor, isso é um fato inquestionável. Deus entregou ao povo um rei exatamente como eles queriam. A Palavra de Deus nos garante que não havia ninguém com melhores características (humanas) para ocupar o cargo de rei melhor que Saul. Ele preenchia perfeitamente os requisitos do povo.

Quero reforçar um ensino a respeito das escolhas que nosso Deus faz que, aparentemente, parecem ter sido equivocadas, como no caso de Saul. A onisciência de Deus não Lhe permite errar ou se equivocar a respeito do caráter ou personalidade de ninguém. Ora, alguém, então pode perguntar: – por que “cargas d’águas” Ele escolhe então? Repito: nosso Deus é um Deus de oportunidades. Ninguém, absolutamente ninguém, poderá se esquivar no juízo final alegando não ter recebido uma oportunidade na vida (me refiro a oportunidades de salvação).

Segundo estudiosos da Palavra de Deus a distância que o povo israelita tinha para percorrer do Egito até a Terra prometida, era em torno de 400 km. Distancia essa que poderia ser facilmente completada em, mais ou menos, 60 dias. No entanto, foram cerca de 40 anos de peregrinação. Fato digno de observação é que ao saírem do Egito, Moisés foi enfático em dizer que nem uma unha ficaria para trás, isso quer dizer que nenhum israelita optou ficar no Egito, pelo contrário, “uma mistura” de gente os seguiu. É aqui que quero me ater – nem todos que estavam no meio do povo, eram israelitas. Com toda certeza, a derrocada do povo na caminhada pelo deserto se deu por causa desta “mistura de gentes”.

Então meus irmãos, devemos estar cientes de que nem todos que estão na jornada rumo ao Céu conosco (falo de igreja), são, de fato, crentes. Devemos ter muita cautela para não sermos enlevados pela magnifica aparência do irmão (ã), ele ou ela além de não chegarem ao destino final podem ser empecilho a nós também.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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