Os que estão em Cristo se renovam a cada dia no ser interior.

II Coríntios 4: 16
 “Por isso, não desfalecemos; mas, ainda que o nosso homem exterior se corrompa, o interior, contudo, se renova de dia em dia”.

Nunca é demais, em se tratando de assuntos relacionados à conduta do crente neste mundo, relembrar alguns ensinos, pois, infelizmente, em pleno século 21, ainda persiste em nosso meio (evangélico), alguns conceitos doutrinários totalmente deturpados em relação às verdades bíblicas. Das muitas “proibições”, determinadas por algumas denominações, a grande maioria não tem fundamento bíblico. E, o que ocasiona isso é um ciclo vicioso infindável onde aquele que leu interpretou errado que, por conseguinte, ensinou errado e quem aprendeu, aprendeu errado que, por sua vez, transmitiu o ensino de maneira errada. Desta forma, como sempre dizemos, é mais fácil o ímpio aceitar o Evangelho de Cristo do que demovermos um conceito arcaico de um crente.

A corrupção do homem exterior a que Paulo se refere, não trata de algo que possa ou que esteja pervertendo moralmente o ser humano, Paulo, tão somente, está falando do processo natural da vida – envelhecimento. Ou seja, o que ele está dizendo é que embora possamos envelhecer, e isso é um processo natural, como está escrito em Eclesiastes 12, ou ainda que a nossa aparência externa fique totalmente deteriorada com a ação do tempo, essa “corrupção” (deterioração) não atinge o homem interior.

O ensino de Paulo, em particular neste versículo da II carta aos Coríntios, jamais insinuou ou, sequer, sugeriu que não precisamos cuidar do nosso corpo no tocante a aparência externa. Claro, não estamos promovendo o narcisismo com estas palavras, mas, salientando que o zelo pelo nosso corpo é uma necessidade e responsabilidade nossa. A questão aqui não é induzir as pessoas a buscar freneticamente a longevidade, mas chamar a atenção para os cuidados que, obrigatoriamente, devem ter consigo mesmas.

Outra coisa que Paulo quer que os crentes aprendam é que a “vitalidade” espiritual está totalmente dissociada da vitalidade física. E cremos nas palavras de Paulo porque sabemos que tudo o que foi escrito por ele, não fluiu dele mesmo, mas foi inspiração divina, sendo assim, o que Paulo nos ensina, ele não o faz por conceitos ou teorias próprias dele mesmo, antes, é o próprio Senhor falando ao nosso coração.

Está definitivamente comprovado e, até a própria medicina concorda com isso, que aquele que conduz a sua vida em constante comunhão com o Senhor Jesus, não sente em seu próprio corpo as ações maléficas do tempo. “A Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (Socesp), referência na medicina brasileira, publicou o mais completo documento sobre a relevância da espiritualidade e de atributos como a compaixão e o perdão no tratamento de diversas doenças. A ideia é que, ao investigar a vida do paciente, o profissional dê a mesma dimensão para questões clássicas, como hábitos alimentares, e aquelas associadas à espiritualidade. “É uma abordagem que pode prevenir problemas e capaz também de detectar causas de enfermidades que não são rastreadas por exames convencionais, como dores crônicas, insônia e até depressão”, diz Álvaro Avezum, diretor da Socesp e cardiologista do Hospital Alemão Oswaldo Cruz”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– http://joiadocristaobaiano.com/a-real-influencia-da-fe-nos-tratamentos-medicos/

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