A natureza do casamento é monogâmica e vitalícia.

Gênesis 1:27,28 / 2:22-25
 “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou. E Deus os abençoou e Deus lhes disse: Frutificai, e multiplicai-vos, e enchei a terra, e sujeitai-a; e dominai sobre os peixes do mar, e sobre as aves dos céus, e sobre todo o animal que se move sobre a terra”.
 “E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão. E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada. Portanto, deixará o varão o seu pai e a sua mãe e apegar-se-á à sua mulher, e serão ambos uma carne. E ambos estavam nus, o homem e a sua mulher; e não se envergonhavam”.

Os padrões éticos e morais que regeram a sociedade desde que o homem abandonou sua condição de nômade e passou a conviver com outras pessoas num ambiente social, estão sofrendo nestes últimos tempos uma ressignificação nas suas definições. Mudando-se os conceitos dos termos, consequentemente, muda-se a forma de ‘encara-los’. Por exemplo, com a ressignificação do termo ‘família’, a sociedade deste último século, tende a aceitar tudo o que está sendo ensinado e que, indiscutivelmente, viola de maneira consistente e enfática os padrões divinos.

Normalizar teve sutilmente seu significado alterado. Foi acrescentado uma palavra para assegurar os direitos de determinados grupos sociais. Sua definição agora é: um processo em que o comportamento é considerado normal, ou seja, dentro da norma, para um grupo de pessoas. Ocasionalmente os cristãos (no sentido literal do termo – católicos e evangélicos) são alvos de críticas de certos grupos de pessoas porque não aceitam o tipo de comportamento de tais grupos. A nossa aversão não é às pessoas em si, mas ao comportamento delas e, neste sentido, repudiamos o comportamento, até mesmo, de alguns cristãos.

Algumas verdades que estão estabelecidas e que regem o comportamento da sociedade não são oriundas de filosofia humana, elas têm sua origem em Deus e, ainda que o homem não as admita ou não as aceite como um fundamento moral, elas permanecem como foram pronunciadas no princípio e, o casamento é uma dessas verdades. Ainda que o homem deturpe o seu conceito, a sua ressignificação não normaliza o que foi estabelecido por Deus. O casamento estabelecido por Deus tem características imutáveis – heterossexual, monogâmico e indissolúvel.

Na questão da heterossexualidade, Deus assim estabeleceu para que haja a perpetuação da espécie humana, pois a única forma de reprodução, criada e determinada por Deus, só pode ocorrer entre um macho e uma fêmea. O que passar disso é de procedência maligna. É monogâmico para assegurar entre os cônjuges cumplicidade e compromisso – “Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga (resultado) do seu trabalho”.

E, por fim, o casamento, na forma em que foi estabelecido por Deus, é indissolúvel, pois retrata o nosso relacionamento com Ele.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

2 thoughts on “A natureza do casamento é monogâmica e vitalícia.

  • 18 de julho de 2022 em 07:11
    Permalink

    Deus te abençoe hoje e sempre, servo do Deus Altíssimo, que Ele te proteja todos os dias de sua vida!

    Resposta
  • 18 de julho de 2022 em 07:28
    Permalink

    Muito maravilhoso este estudo da palavra de Deus que Deus continue dando sabedoria para você

    Resposta

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