A indissolubilidade do casamento.

Mateus 19:4-6
 “Ele, porém, respondendo, disse-lhes: Não tendes lido que, no princípio, o Criador os fez macho e fêmea e disse: Portanto, deixará o homem pai e mãe e se unirá à sua mulher, e serão dois numa só carne? Assim não são mais dois, mas uma só carne. Portanto, o que Deus ajuntou não separe o homem”.

Bom, como falamos no artigo anterior o termo ‘normalização’ recebeu uma nova ressignificação porque determinados grupos de pessoas da sociedade entendem que o que sempre foi normal, até o século passado da era cristã, já não é mais normal, ou, pelo menos, para eles já não é visto como normal. Mas, até aí, tudo bem! Não há nenhum problema em alguém querer ver e entender as coisas do seu ponto de vista, o que é inadmissível é OBRIGAR as outras pessoas a transigirem com seu ponto de vista. Não vejo problema algum em alguém querer conviver, no chiqueiro, com porcos, desde que tal pessoa não queira me convencer de que esse comportamento é, AGORA, o que todo mundo deve fazer.

Ainda que recebamos criticas porque não estamos vivendo plenamente dentro do que é estabelecido por Deus (no que diz respeito ao divórcio), mesmo assim, não concordo que o divórcio seja a solução para os problemas conjugais. Nunca foi e nunca será solução, muito pelo contrário, aumenta, em muito, o problema, principalmente quando há filhos.

Um grande problema que enfrentamos, quando não alcançamos uma maior e melhor compreensão da Palavra de Deus, é querer obrigar Deus a nos aceitar da forma como somos. Parece absurdo, mas tem pessoas que acham que estão fazendo um favor para Deus indo para céu (como se isso fosse possível por nós mesmos) e, desta forma, “se Deus não me aceitar do jeito que sou, vou para o outro ambiente”. Cômico e drástico ao mesmo tempo.

Os relatos bíblicos, no seu aspecto negativo (idolatria, rebeldia, adultério, divórcio, homicídios, incestos, suicídios, etc. etc. (a lista é grande), estão mencionados lá, não porque Deus em algum momento da história fez vista grossa ou os aprovou, mas, estão descritos para ensino nosso. A mensagem que tais relatos nos traz é: não sigam por este caminho, ele é caminho de morte eterna. Neste caso, o divórcio, entre o Seu povo, foi tolerado por Deus, mas jamais permitido, ou teve uma ressignificação para aliviar as consequências.

Geralmente as pessoas querem justificar seus atos usando a Bíblia como argumento. No caso do divórcio, tais pessoas, fazem o mesmo que os grupos de religiosos do tempo do ministério terreno de Jesus, fez. Eles argumentaram que Moisés tinha permitido o divórcio e, por isso, não era visto como uma rebelião contra a vontade de Deus.

Quando Paulo disse que – “[…] porque nem todos os que são de Israel são israelitas; nem por serem descendência de Abraão são todos filhos; mas: Em Isaque será chamada a tua descendência”, ele estava dizendo que no meio de todo povo há os que são rebeldes e, isso se aplica à igreja de Cristo também – “Muitos me dirão naquele Dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome? E, em teu nome, não expulsamos demônios? E, em teu nome, não fizemos muitas maravilhas? E, então, lhes direi abertamente: Nunca vos conheci; apartai-vos de mim, vós que praticais a iniquidade”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Pentecostal.

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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