O valor e o devido reconhecimento da mulher.

Gênesis 2:23
 “E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne; esta será chamada varoa, porquanto do varão foi tomada”.

Provavelmente por causa da narrativa bíblia de como ocorreu a criação da mulher – “E da costela que o Senhor Deus tomou do homem formou uma mulher; e trouxe-a a Adão”, alguns sábios judeus asseveravam que mais valia a pena queimar a lei do que ensiná-la a uma mulher, pois alguns rabinos chegavam ao extremo de pensar que as mulheres não tinham alma. Todavia, é de suma importância ressaltarmos que o Senhor criou ambos sobre uma só perspectiva – “E criou Deus o homem à sua imagem; à imagem de Deus o criou; macho e fêmea os criou”. É triste verificarmos o fato de que as mulheres, nas sociedades pagãs, eram mais estimadas do que no judaísmo.

Uma das grandes contribuições do cristianismo, para melhoria das condições sociais do gênero humano, foi a elevação da mulher, pois as mulheres cristãs podiam gozar de melhores privilégios que no judaísmo. Espiritualmente falando, apesar das limitações da atividade feminina na igreja cristã, segundo as ordens expressas do novo pacto, a mulher não fica em desvantagem, em relação ao homem, pois elas também esperam a completa transformação, ética e metafísica, na imagem de Cristo.

A passagem que narra o encontro de Jesus com a mulher samaritana em um lugar público, tem implicações mais profundas do que a simples animosidade entre judeus e samaritanos. O fato de os discípulos ficarem escandalizados não se estriba somente na questão da etnia da mulher. Naquele tempo, naquela cultura era totalmente desonroso para um homem manter diálogo com uma mulher em lugar público. Na literatura rabínica está declarado que – “Um homem não deve entabular conversa alguma com uma mulher, na rua, nem mesmo com a sua própria esposa; e, muito menos ainda, com qualquer outra mulher, para que os homens não venham a murmurar”. Mas, Jesus, veio quebrar paradigmas.

Evidentemente que essa “desvalorização” do sexo feminino não era uma prática somente entre os judeus, outros povos do mundo não eram e nem são muito diferentes disso. Os adeptos da filosofia de Maomé nutrem semelhante sentimento em relação a mulher, porque Maomé nada fez para melhorar a condição da mulher, pois, pensava que a mulher é uma criatura inferior ao homem. Segundo Maomé, até os sonhos da mulher não podem ser levados em consideração porque são inferiores aos sonhos do homem. Entre os hindus, geralmente, o nascimento de um filho é muito mais apreciado do que o nascimento de uma filha.

Nos tempos de Jesus, um ponto debatido era se as mulheres possuíam alma ou não. Foi Cristo quem ressaltou o valor da mulher. Paulo ensinava, especificamente, que, em Cristo – “…não pode havernem homem nem mulher…”. Porquanto tanto um quanto o outro podem e devem atingir os mesmos elevadíssimos alvos espirituais.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Bíblia de Estudo Aplicação Pessoal.
– Bíblia de Estudo Pentecostal.
– Enciclopédia de Champlin, vol. 4

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Erivelton Figueiredo

Cristão Evangélico; Obreiro do Senhor Jesus Cristo, pela misericórdia de Deus; Professor da EBD; Capelão; Estudante persistente da Palavra de Deus; Membro da Igreja Evangélica Assembleia de Deus - Min. Boas Novas em Guarapari-ES. Casado com a Inês; pai do Hugo, do Lucas e da Milena.

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