Fidelidade e Justiça de Deus.

I João 1: 9
 “Se confessarmos os nossos pecados, Ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados, e nos purificar de toda a injustiça”.

Existe uma grande dificuldade, para muitas pessoas, na interpretação da Escritura Sagrada e, isso causa enorme terror quando, tais pessoas, deparam com alguma declaração que o Senhor faz. Tomemos, por exemplo, o que está declarado pelo profeta Ezequiel – “A alma que pecar, essa morrerá”, ora, de maneira alguma podemos imaginar que nosso Deus está ansioso para destruir sem complacência o pecador; não podemos pensar que nosso Deus, fazendo uso de seus atributos – Justo e Santo, não será benevolente com o pecador e que não oferecerá nenhuma oportunidade ou meio para reparar o erro que foi cometido pelo pecador.

Todo ser humano, com algumas exceções e, nestas exceções não está incluído nenhum líder religioso, deve saber que a história de sua vida está dividida em duas fases: o antes e o depois da cruz de Cristo. O antes, podemos denominar de tempo da ignorância, ou seja, vivíamos sem conhecer com exatidão e clareza o que Jesus Cristo representava para nós e, ainda que tenhamos nascido em lares evangélicos (e para muitos isso é motivo de orgulho) e recebido todas as instruções necessárias sobre Jesus, mesmo assim, é imprescindível que tenhamos nossa experiência pessoal com Ele. Assim, tudo o que fizemos antes da Cruz de Cristo, sejam atos de bondade ou de maldade, foi praticado na ignorância, isto é, nos faltava naquele tempo, um conhecimento mais amplo e claro do que Cristo, realmente, representava para nós.

Desta forma, quando Jesus consumou, na Cruz, a obra que Deus tinha arquitetado para a salvação do homem, daquele momento em diante todos os pecados de toda a humanidade podiam ser perdoados, para isso bastava um singelo ato de cada pessoa, o de simplesmente confessar que Jesus Cristo é seu Salvador e Senhor.

Confissão de pecados vai muito além do que simplesmente enumera-los diante de Deus, mesmo por que, quando fazemos isso sempre esquecemos alguns para trás, mas, a confissão de pecados é a clara consciência de nosso estado físico e espiritual deplorável e lastimável, do qual, nada além da Cruz de Cristo pode nos ajudar a mudá-lo. Nosso estado era deplorável por que, na nossa decadência espiritual chegamos aos mais baixos níveis de moralidade e, em certas circunstancias, nosso comportamento era pior do que o de animais e, era lastimável por causa da ignorância na qual vivíamos, por que não nos atentava para o abismo que nos separava de Deus.

Pois bem, como escrevemos anteriormente, ao nos depararmos com a Cruz de Cristo e, entendendo e aceitando o que nela foi feito por nós, foi colocado, naquele momento, um ponto final na história que estávamos escrevendo a respeito de nós mesmos e, a partir daquele momento, passamos a viver a história que Deus tinha escrito para cada um de nós.
Agora, vivemos o depois da Cruz de Cristo e todo pecado que cometemos não precisa ser levado a cruz novamente, não precisamos crucificar Jesus de novo, basta entrarmos com confiança diante do trono do Senhor com sincero arrependimento e confessá-los.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

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