Jesus ilumina o homem.

João 1: 4-9
Nele estava a vida, e a vida era a luz dos homens. E a luz resplandece nas trevas, e as trevas não a compreenderam. Houve um homem enviado de Deus, cujo nome era João. Este veio para testemunho, para que testificasse da luz, para que todos cressem por ele. Não era ele a luz, mas para que testificasse da luz. Ali estava a luz verdadeira, que ilumina a todo o homem que vem ao mundo”.

A designação de “homem espiritual” se dá, pelo fato de que, este, é impulsionado, controlado e dirigido pelo Espírito Santo. O seu “eu” está vivo, mas se acha crucificado com Cristo – “Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim”. O plano e a vontade de Deus é que sejamos espirituais – “E não sede conformados com este mundo, mas, sede transformados pela renovação do vosso entendimento, para que experimenteis qual seja a boa, agradável, e perfeita vontade de Deus”.

O homem espiritual é exatamente o inverso do homem natural. O “homem espiritual” é aquele que aceitou a Cristo como seu Salvador e “nasceu de novo” espiritualmente – “Na verdade, na verdade te digo que aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus”. O “homem espiritual” submete-se inteiramente a Cristo como seu Senhor, em todas as áreas da sua vida, tem vigor e vida espiritual abundante, como ocorre entre o tronco e os ramos da videira “Eu sou a videira, vós as varas; quem está em mim, e eu nele, esse dá muito fruto; porque sem mim nada podeis fazer”.

Conforme temos falado no decorrer deste trimestre, vivemos um processo contínuo de santificação. Processo, este, que culminará com o arrebatamento da Igreja. A santificação não tem por finalidade, apenas, revelar o quanto o homem que era mal tornou-se bom, mas, primordialmente, a santificação é para assegurar que a luz de Cristo possa refletir em nós. Por isso, havia a necessidade do “banho” na pia de cobre antes de penetrar ao lugar Santo.

Ora, nenhuma luz, por mais intenso que seja eu brilho, pode refletir com exatidão sobre uma superfície imunda. O que estou dizendo é que não tem como a Luz de Cristo refletir em nossas vidas, estando, nós, com uma vida desconcertada diante dEle. Uma luz como a Luz de Cristo, não deixa nenhuma área do nosso corpo na penumbra, ou estamos na Luz e, nesse sentido, fala-se de completude e não somente de determinadas áreas da nossa vida, ou estamos em completas trevas. Luz e trevas não podem compactuar o mesmo ambiente, isso é categoricamente, inadmissível.

Intelectualmente, a definição bíblica que temos para luz é “verdade” estampada em todas as páginas da Sagrada Escritura, e trevas aponta para o erro e falsidade – “Porque o mandamento é lâmpada, e a lei é luz; e as repreensões da correção são o caminho da vida”, por outro lado, a definição que temos do termo  no aspecto moral aponta para a santidade e pureza, enquanto que trevas fala do pecado e seus horrores ” Se dissermos que temos comunhão com ele, e andarmos em trevas, mentimos, e não praticamos a verdade”.

Erivelton Figueiredo

Deus te abençoe.
Graça e Paz.

Referências:
– Antropologia – FEST – Filemom Escola Superior de Teologia
– Bíblia de Estudo MacArthur

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